Domingo, dez e quarenta da noite
A seguinte mensagem chega no seu WhatsApp
“Oi, desculpa a hora. Você chegou a ver minha mensagem?”
Sim, você viu na sexta, quando estava ocupado com outra coisa. Ia responder depois. Esse depois virou sábado, sábado virou domingo, e agora você está com o telefone na mão às dez e quarenta da noite escrevendo “desculpa a demora” pra uma pessoa que também não queria estar ali.
Não foi falta de vontade. Você trabalhou o dia inteiro. E está com mais demanda do que cabe numa pessoa.
Se você é empresário e toca o próprio negócio sozinho, isso não é simplesmente desorganização sua. É um fato que talvez nunca tenha percebido.
Você decide tudo. Já te disseram que isso é normal quando se é dono do próprio negócio, e é bonito de ouvir. Só que decidir tudo tem outros nomes quando o dia fica cheio: sobrecarga, processo parado, atraso na entrega, cliente sem resposta.
E não é só com você. Essa manchete é de outubro de 2024, e ela não é sobre gente que quebrou.

E enquanto mais de duas áreas estiverem sob sua responsabilidade, você não conseguirá desempenhar a função mais importante, a de CEO, que é tomar as decisões estratégicas críticas que determinam o futuro da sua empresa, especialmente sobre alocação de capital, prioridades de crescimento e direção de longo prazo.
Nesse momento você pode pensar: “beleza, André, mas como pensar tão grande se minha empresa é pequena, não tenho nem cinco funcionários”. Ou quiçá, ainda não tem ninguém trabalhando contigo.
Se você acompanhar essa narrativa da maioria, continuará preso nas limitações que ela carrega. E o pior: seus clientes nunca terão o benefício no real potencial que sua empresa pode oferecer.
A história nos ensina:
- 01Alexander FlemingSe Alexander Fleming pensasse como a maioria, que seria impossível a ideia de que um fungo de bolor poderia ser usado como medicamento, não teríamos a penicilina, responsável por iniciar a “Era dos Antibióticos”, reduzindo drasticamente a mortalidade por infecções bacterianas como pneumonia, sífilis, meningite e infecções pós-operatórias; salvou milhões de vidas, especialmente durante a Segunda Guerra Mundial.
- 02Nikola TeslaNikola Tesla rejeitou a ideia de que energia poderia ser transmitida a longas distâncias numa época onde iluminação era baseada em gás, velas e querosene; energia limitada a locais próximos de geradores. Resultado: revolucionou a indústria, comunicações e vida cotidiana; permitiu eletrificação em massa, automação industrial, telecomunicações e, posteriormente, a era digital.
- 03Willis CarrierEm 1902, o conforto térmico dependia unicamente de ventilação natural, ventiladores e gelo; arquitetura adaptada ao clima local; a crença era de que “ar fresco” era mais saudável que ar “artificial”. No entanto, Willis Carrier não estava conformado com essa ideia, e inventou o ar condicionado, que possibilitou o controle preciso de temperatura e umidade, viabilizando indústrias, cinemas, shoppings, data centers e até voos transatlânticos. E é claro, nosso ponto de refúgio do clima escaldante.
- 04AngioDynamicsDiante de barreiras regulatórias e de adoção, onde uma nova tecnologia exige aprovação de agências (FDA, ANVISA), desenvolvedores da AngioDynamics não se limitaram às barreiras existentes e criaram uma tecnologia para tratamento de câncer de próstata localizado. O equipamento destrói tumores malignos com precisão, preservando tecidos saudáveis adjacentes e reduzindo efeitos colaterais como incontinência e disfunção erétil. Essa tecnologia inclusive foi utilizada pela primeira vez no Brasil pelo Hospital Israelita Albert Einstein em dezembro de 2022.
Poderia citar outros inúmeros exemplos, mas acredito que você já tenha entendido o espírito do negócio.
E fique tranquilo, que nesse momento você não precisa se preocupar e perder suas noites de sono pensando em criar a solução da humanidade. Isso pode esperar um pouco.
Nesse momento, você precisa focar em algo prioritário, que drena sua energia e trava seu tempo.
Tem uma ou mais tarefas que você faz toda semana. Manual, repetida, chata.
Minha missão principal é
Em poucos dias você tirar a primeira e mais chata tarefa da sua mão.
E pôr um agente de IA no lugar.
E “agente de IA” aqui dentro quer dizer uma coisa específica, que não é o ChatGPT que você já usa no dia a dia: é um “funcionário” virtual com nome, personalidade, conhecimento profundo e com a função dele muito bem descrita antes mesmo de ele existir, que guarda continuamente o que já aprendeu do seu negócio, e que executa as tarefas 24 horas por dia sem precisar descansar ou tirar férias. E que entrega tudo apenas para você conferir e aprovar em alguns minutos por dia.
Aqui vai um spoiler
Você pode começar criando um agente, mas imagina construir os treze setores da sua empresa onde cada setor tivesse um agente de IA treinado para realizar as tarefas e operações. Ou melhor, vou mais além.
Imagina você sendo CEO da sua empresa, composta por agentes de IA ocupando cada posição responsável pelo crescimento e ampliação do seu negócio. Agentes de IA exercendo papéis de diretores (COO, CMO, CTO, CIO), de gestores, coordenadores, líderes de setor, operacional. Cada um subordinado ao seu líder imediato, e você no topo dessa estrutura, tomando as decisões mais importantes do seu negócio.
É esse caminho que eu vou ensinar no
Sábado, 26 de setembro, das 9h às 15h. Ao vivo, no Zoom, de graça.
O botão desce até o formulário, aqui mesmo nesta página. Duas linhas: primeiro nome e e-mail. Você pode ler o resto antes, se preferir.
O que vem daqui pra baixo
- As treze áreas do seu negócio, uma por uma. Você marca quantas passam por você nesse momento.
- A conta de quanto te custa, em horas, a tarefa que mais se repete na sua semana.
- Como se cria um Agente de IA que tira o trabalho da sua mão sem tirar do seu controle.
Hoje sua realidade está assim
Treze cadeiras. Um ocupante.
Todas estão num lugar só. Nos seus ombros.
E não vou ser eu a te convencer disso. Vou te mostrar um cara que chegou nessa conta sozinho, num fórum de empreendedorismo, sem ninguém tentando vender nada pra ele.

Ele parou em oito. Oito áreas inteiras onde a execução e a decisão final são dele. Mais duas que ele não decide, mas acompanha o tempo todo pra ver se anda.
E olha que ele não é o cara que não tenta. Já tinha passado o financeiro pra uma empresa de fora e já tinha contratado alguém mais caro que ele pro marketing. Tentou, gastou, delegou, teve “burnout”. E ainda sobraram oito áreas na responsabilidade dele.
Agora repara numa palavra que ele usa duas vezes no post:
“Aí vai ser um chapéu a menos.”
Chapéu. Ele se referiu a cargo, não descreveu função, não escreveu departamento. Escreveu chapéu, porque é assim que isso tudo pesa. Não pesa numa planilha. Pesa na sua cabeça, tirando sua noite de sono, dando dor de cabeça, roubando seu foco.
Quais são esses treze chapéus?
13 áreas · a lista inteira está logo abaixoO vídeo que ele assistiu falava em onze. Aqui na minha empresa eu trabalho com treze, porque incluí duas que quase todo mundo esquece justamente por não ter ninguém nelas.
- 01GabineteDecidir o rumo
- 02Quadro de AgentesContratar e treinar quem faz
- 03MarketingAparecer e atrair
- 04ComercialVender
- 05AtendimentoAtender quem chega
- 06EntregaEntregar o que vendeu
- 07SuprimentosComprar e controlar o estoque
- 08FinançasCuidar do dinheiro, do preço e da cobrança
- 09Dados e PesquisaOlhar os números
- 10GenteCuidar das pessoas
- 11ComplianceImposto, contrato e norma
- 12TecnologiaSite, sistema e integração
- 13ProdutoO que você vende, e o próximo que você pode criar
Treze.
Antes de seguir, três palavras que eu repito até o fim desta página. Parecem sinônimo e não são.
- Área
- Uma frente do negócio: são as treze que você acabou de ler. Elas existem em qualquer empresa, do camelô à multinacional. Área não depende de tamanho e não depende de ter gente.
- Cadeira
- O lugar de quem cuida de uma área, e ele existe mesmo vazio: se ninguém senta em Cobrança, a cobrança não some, ela passa por você. Por isso eu falo em treze cadeiras, e não em treze funcionários.
- Agente
- Quem senta na cadeira sem você contratar ninguém. Um programa de IA com nome, com a tarefa escrita antes de ele existir, que para e te chama nas situações que você escreveu. Você confere o que ele manda pra fora.
Nenhuma dessas treze dá pra tirar.
Se ninguém decide estrategicamente o preço, ele se decide sozinho, e sempre pra baixo. Se ninguém cobra, o cliente não paga.
Você olha e fala assim: mas eu não tenho gente pra isso tudo. Eu sei, ninguém tem no começo. Só que a área não some por falta de gente: ela sai do organograma e entra na sua consciência, e lá dentro ela não tira férias.
Quer saber se você está dentro da média?
Noventa e seis de cada cem donos ainda põem a mão no operacional de alguma área do próprio negócio. E trinta e sete decidem tudo sozinhos em pelo menos uma delas, sem ninguém pra dividir. Se você se reconheceu, você está com a maioria esmagadora.
Cabeça de Dono, Itaú Empresas com Instituto Locomotiva, 1.001 donos ouvidos entre julho e agosto de 2024 · a pesquisa ouviu empresas que faturam de 360 mil a 50 milhões por ano, que é negócio maior que a média brasileira. O número vale para essa faixaPega um papel e conta as suas.
Quantas param quando você sai? Pensa em quinze dias de férias, de verdade, sem olhar o celular. O que acontece na segunda-feira seguinte?
Por isso o cliente te chama no domingo.
Agora escolhe uma dessas treze áreas. A que mais volta na sua semana. Vamos medir quanto ela te custa, e o número vai sair de você.
Faz a conta comigo.
A área você já escolheu. Agora a tarefa: aquela que você fez semana passada, que vai voltar essa semana, e que você faz sempre do mesmo jeito.
Responder o mesmo tipo de orçamento. Conferir a mesma planilha. Mandar a mesma mensagem pro mesmo tipo de cliente. Lançar as mesmas notas. Escolheu uma?
Responde de cabeça, sem procurar nada. Estimativa serve, e os números já vêm preenchidos só para você ver a conta andando.
chute redondo serve
conta o tempo de voltar pra ela também
Esse número saiu de você, cara. Eu não inventei ele.
E ele é de uma tarefa só, dentro de uma área das treze. Você tem outras doze, e dentro de cada uma outras tarefas que voltam igual.
Agora estica a mesma conta
- ×3Daqui a três meses: 4 horasÉ o prazo em que quase todo mundo diz que vai organizar isso. Esse é o tanto que a tarefa te toma enquanto você organiza.
- ×12Daqui a um ano: 16 horasO mesmo tanto que ela te tomou no ano que passou. Ela volta igual no ano que vem, se ninguém mexer nela.
- ×36Daqui a três anos: 48 horasTrês anos é o tempo que eu levei escrevendo a minha empresa no papel. Olha o número e decide se ele cabe.
E agora vira a cabeça para trás.
Há quantos anos o seu negócio está de pé?
Marque o tempo de casa e a conta vira para trás, para o tanto que essa tarefa já te tomou.
Todo número desta caixa é a multiplicação das suas duas respostas pelo número de meses. Nenhum saiu de estimativa minha, e nenhum vira promessa: aqui está escrito o que a tarefa toma, e não o que você ganharia tirando ela da sua mão.
Aqui dentro isso tem nome
O Funcionário Fantasma.
É essa tarefa aí que você acabou de medir. Ela trabalha no seu negócio há anos, todo mês, sem falta.
- Não tem nome, então você não consegue passar ela pra ninguém.
- Não tem ficha escrita, então só existe dentro da sua cabeça.
- E o salário dela sai do seu tempo, todo mês, sem passar pelo caixa. É por isso que o número que você fez não está no seu extrato.
Você já tem um funcionário nessa cadeira. Ele só não foi contratado, não foi escrito e não responde por nada.
E aí você pensa o que eu pensei: joga isso no ChatGPT e resolve de uma vez.
Você risca a fundação da casa no chão com giz. Aí chove.
Eu fiz isso por três meses. Deixa eu te contar como era a minha manhã, porque acho que é parecida com a sua.
Eu abria o chat e explicava o negócio do zero. O que eu vendo, pra quem, como eu falo com cliente, o que eu nunca falo. Uns dez minutos só pra ele entender onde estava pisando. Aí sim eu pedia a coisa do dia. E ele respondia bem, viu. Resolvia.
No dia seguinte eu abria e explicava tudo de novo.
No dia seguinte eu abria e explicava tudo de novo.
Mesmas informações. Mesmos exemplos. Mesmo texto, que eu já sabia de cor de tanto digitar. Todo santo dia, por três meses.
Levei três meses pra fazer a pergunta óbvia.
Se eu tenho que explicar de novo toda manhã, é porque do outro lado não ficou nada. E o que não guarda nada não responde por nada.
E olha só: a culpa não é da ferramenta. Ela respondia bem. Ela só não foi feita pra guardar o seu negócio.
Aqui dentro isso tem nome
Desenhar no Chão.
Imagina um pedreiro que risca a planta da casa no chão de terra toda manhã, com a vara, caprichando. Ele acerta o desenho. Aí chove de tarde e a chuva apaga tudo. No dia seguinte ele risca de novo, com a mesma paciência, e nunca vai levantar essa casa. Não é falta de talento nem de esforço: é que chão não guarda desenho.
Chão apaga. Papel fica.
E antes que você ache que o problema é você:
De cada cem donos de negócio pequeno no Brasil, noventa e seis já ouviram falar de IA. Quinze usam com alguma frequência.
Oitenta e um de diferença. Não é uma minoria travada com tecnologia: é quase todo mundo, parando no mesmo lugar, pelo mesmo motivo.
Sebrae Nacional com FGV/IBRE e Google, cerca de 5.000 empresas ouvidas em setembro de 2025E eu sei o que te ofereceram antes de mim:
“Monta o seu exército de agentes, automatiza tudo e vai pra praia.”
Eu também queria. Só que ninguém que fala assim te mostra a segunda-feira seguinte, quando alguém tem que olhar o que a máquina mandou pro cliente. Some todo mundo nessa hora.
Deixa eu explicar a diferença pelo que você já conhece.
Imagina que você contrata uma pessoa hoje. No primeiro dia você senta com ela e diz: seu nome é esse, você cuida disso, isso aqui você decide sozinha, e isso aqui você para e me chama. Você escreve num documento e entrega.
Semana que vem ela lembra. Se errar, você corrige uma vez e ela passa a fazer diferente. Se um dia ela sair, o documento fica na gaveta e a pessoa que sabe executar foi embora.
Agora imagina contratar alguém que, toda segunda-feira, chega sem lembrar do seu nome, do seu produto, nem do que vocês combinaram.
Você não contrataria essa pessoa. Ninguém contrataria. E é exatamente isso que você faz com o chat, toda manhã, achando que o problema é você não saber pedir direito.
A ferramenta
- Não tem memória: segunda de manhã, começa do zero.
- Não tem meta: ela responde, não entrega.
- Não responde por nada: se sair errado, não tem a quem cobrar.
- Funcionou na demonstração e nunca virou operação.
O agente que você monta
- Tem nome, tarefa e meta, escritos antes dele existir.
- Tem a memória do seu negócio, e ela não some quando você fecha a aba.
- Tem ficha numa folha: quatro campos escritos antes de ele existir. O que entra, o que sai, o que ele decide sozinho, e em que situação ele para e te chama. Quando ele erra, você corrige a folha, não a conversa.
- E tem alguém que confere o que sai: você.
Ferramenta você usa. Funcionário você contrata.
Empresa sem planta é igual casa sem planta. Funciona no começo. Quebra na primeira reforma.
Empresa construída sem planta é igual casa construída sem planta. Funciona no começo. Quebra na primeira reforma.
Só que quase ninguém automatiza em ordem. A gente resolve o pedaço que está doendo, no dia em que ele dói. Seis meses depois o negócio parece esta casa aqui.
- Fundação rachadaO negócio nunca foi para o papel. Tudo apoia em memória.
- Fiação por foraAutomação puxada por cima de parede pronta, depois que tudo já andava.
- Telhado sem fecharNinguém definiu quem confere o que sai.
- Cano aparenteIntegração feita na pressa, e agora ela atravessa a sala.
- Parede fora de prumoCada tarefa resolvida num padrão diferente, num dia diferente.
- Fundação rachadaO negócio nunca foi para o papel. Tudo apoia em memória.
- Fiação por foraAutomação puxada por cima de parede pronta, depois que tudo já andava.
- Telhado sem fecharNinguém definiu quem confere o que sai.
- Cano aparenteIntegração feita na pressa, e agora ela atravessa a sala.
- Parede fora de prumoCada tarefa resolvida num padrão diferente, num dia diferente.
Ninguém levanta assim de propósito. Sai assim quando cada pedaço foi resolvido no dia em que apertou. Comigo saiu igual, e demorou três anos pra eu entender que o problema nunca tinha sido a ferramenta. Era a ordem.
Workshop ao vivo · sábado, 26 de setembro
Seis horas de sábado. Você sai com as treze áreas do seu negócio escritas pra sua necessidade.
Volta naquele número que você fez lá em cima. O de uma tarefa só. No sábado a gente faz esse mesmo cálculo pras treze áreas do seu negócio, uma por uma, com você escrevendo.
Você olha e fala assim: isso aí eu resolvo depois. Eu falei isso por três anos. Só que “depois” também cobra, e o preço dele é o número que você acabou de fazer, repetido.
E antes de mais nada, o preço em tempo: seis horas de sábado é muita coisa. É o dia inteiro, e eu não vou fingir que é rapidinho.
São seis horas ao vivo no Zoom, de graça, e eu te peço o sábado inteiro por um motivo: desenhar treze áreas leva tempo, e você não vai passar o dia somente assistindo. Vai participar. Quem só assiste fecha o Zoom com a sensação de ter aprendido e com a mão vazia na segunda.
No fim do sábado você sai sabendo fazer cinco coisas
- 01Enxergar as treze áreas dentro do SEU negócioVocê sai com as treze escritas na sua realidade, uma linha cada, inclusive as que hoje não têm ninguém. Área sem gente não some do negócio: ela some do papel, e aí ninguém cuida dela até o dia em que ela quebra.
- 02Separar o que é ferramenta do que é cadeiraNem toda tarefa vira agente, e insistir nisso é onde a maioria queima tempo e dinheiro. Você vai passar a sua semana por duas perguntas simples e sair com três tarefas separadas, com o motivo escrito do lado de cada uma.
- 03Medir quanto te custa a tarefa que mais voltaQuantas vezes por mês, quantos minutos cada vez. É a conta que ninguém faz e que muda a ordem do que resolver primeiro. O número sai de você, com a sua letra, e não de estimativa minha.
- 04Escrever a ficha da primeira cadeiraQuatro campos, numa folha: o que entra, o que sai, o que ela decide sozinha, e em que situação ela para e te chama. O quarto campo é o que separa um agente que você confere de um chat que responde qualquer coisa, e quase ninguém escreve ele.
- 05Sair com os arquivos no seu computadorNo último bloco você cria os arquivos na sua máquina e escreve a primeira linha de cada um. Eles são seus. Se você nunca mais voltar aqui, continuam funcionando no seu computador na segunda de manhã.
Tudo o que você escrever no dia fica com você.
Depois do sábado, a folha que você escreveu serve para a segunda função e para a terceira: você desenha uma vez, e o resto vira encaixe. E o que fica com você são arquivos de texto no seu computador, não um sistema e não um login. Se amanhã você trocar de ferramenta de inteligência artificial, eles continuam valendo, porque descrevem o seu negócio e não o programa.
Nada disso é promessa de resultado. Está escrito o que você produz e o que fica com você, porque isso eu controlo. Quanto de tempo isso te devolve, eu não sei: aqui ninguém nunca mediu hora economizada de aluno, e a primeira turma é essa. Quem te mostra esse número sem ter aluno formado inventou ele.
O que este dia não é
Não é aula gravada. Não tem replay.
Não é promessa de empresa andando sem você.
Esse é o primeiro sábado aberto. E já adianto que vai ser o pior de todos.
Não vai ter depoimento na tela, nem cronograma ensaiado dez vezes. Em compensação, primeiro workshop só existe uma vez, e quem estiver nele vê o método sendo usado pela primeira vez com gente de fora, com o erro à mostra.
Sábado, 26/09/2026 · 9h às 15h, horário de Brasília · ao vivo no Zoom · de graça, com inscrição
Replay aberto não tem. O que fica com você é o que você escrever no dia.
No último bloco você precisa de computador. De celular dá pra assistir. Não dá pra produzir.
O botão abre um formulário aqui mesmo, com duas linhas: seu primeiro nome e seu e-mail. Não peço telefone. Assim que você terminar, chega uma confirmação, e o link da sala chega no dia 25, na véspera. Link que chega com um mês de antecedência se perde.
Segunda-feira a lista está na sua mesa. E o que está escrito nela também.
Ficou com alguma dúvida sobre o dia? Manda no WhatsApp. Do outro lado tem quem sabe o que acontece em cada bloco do sábado, o que você precisa levar, e o que fica com você depois.
Perguntar no WhatsAppQuem está falando

Nasci em São Bernardo do Campo, família simples.
Meus pais se separaram quando eu era bebê. Minha mãe, pra sustentar a casa, trabalhava fazendo faxina de segunda a sábado.
Eu conheci o pronto-socorro antes da escola. Descia ladeira de skate sem saber andar. Caí de cima de um caminhão. Comi a ração do cachorro e, no mesmo ano, fui mordido por ele. Aos seis anos eu fugia de casa pra explorar o bairro sozinho.
Ficava mais na rua do que dentro de casa.
Na escola eu era o menino do nariz grande, e a piada era sempre a mesma, todo dia, do mesmo jeito.
Minha mãe chorava pois não sabia lidar com meu comportamento.
Eu também não sabia. Ninguém sabia.
Todo mundo ali via a mesma coisa acontecendo comigo, todo dia, e ninguém tinha nome pra ela. Sem nome, vira defeito de caráter: o menino é bagunceiro, o menino não presta atenção, o menino não fica quieto.
Levei trinta e cinco anos pra descobrir que aquilo tinha nome. E é a mesma coisa que acontece com um dono de negócio olhando a própria semana sem entender por que ela não fecha.
Coisa sem nome ninguém resolve.
Só dá pra aguentar.
Comecei, larguei. Comecei de novo, larguei de novo.
Muita coisa em que eu me dedicava a começar a fazer, parava no meio.
Na adolescência eu fiz o que se faz pra caber no grupo: fui atrás de qualquer coisa que me fizesse pertencer, e aceitei todas. Nenhuma delas me deixou onde eu queria estar.
Vendi picolé. Larguei. Fui supervisor de vendas. Larguei.
E não era falta de vontade em nenhuma das vezes. Era que eu começava tudo pelo meio, sem nada escrito, e no meio é onde as coisas desabam.
Fiquei seis anos sem emprego fixoe sem sair de casa.
O que me tirou de lá foi livro.
Aos trinta e cinco eu descobri que tinha TDAH.
O mentor dessa história não é uma pessoa. É uma pilha de livro.
Teologia, ficção, psicologia, filosofia, literatura, e até bula de remédio. Li filosofia. Entendi um terço. Foi lendo que eu achei o nome daquilo que ninguém em casa sabia dizer.
Fiz terapia. Saber o diagnóstico não conserta nada sozinho: ele só devolve a coisa pro lugar onde dá pra trabalhar nela.



Minha mãe chorou de novo. Dessa vez ela sabia o porquê.
Seu filho graduado em Psicologia aos trinta e cinco, e por incrível que pareça (às vezes nem eu acredito), sem ter tido nenhuma recuperação nem exame.
Minha menor nota foi 8,0 e o TCC 10. O que é uma missão quase impossível para um TDAH não medicado.
Oito atendimentos por dia. E eu, sozinho no consultório às 23h.
Quatro anos depois de formado. O oitavo atendimento acabou às oito.
Abri o relatório do primeiro paciente. O zap tinha onze mensagens sem resposta. A nota fiscal de setembro, sem emitir.
Eu estava cansado, e não era só o cansaço de trabalhar muito. Era o de ser a única pessoa que sabia como cada coisa era feita ali dentro.

Três meses riscando no chão, todo santo dia.
Você já leu essa parte lá em cima, na cena do chat que esquece. Ali ela é o argumento. Aqui ela é o buraco onde eu caí.
Toda manhã eu abria o chat e explicava a minha empresa do zero: o que eu vendo, pra quem, o que eu nunca falo. Dez minutos de digitação antes de pedir a coisa do dia. E funcionava. Resolvia o de hoje.
No dia seguinte, do zero de novo. Por três meses eu achei que o problema era eu não saber pedir direito.
Chão apaga. Documento fica.
Levei três meses pra fazer a pergunta óbvia: o que está me travando, e o que fazer pra resolver.
Comecei a escrever a minha empresa no papel.
A melhor resposta eu encontrei na tecnologia, mais especificamente na inteligência artificial.
Estudei marketing, produto digital, engenharia de prompt, estrutura empresarial e IA. Área por área. Cargo por cargo. Sozinho, errando, apagando.
Não foi um dia de iluminação: foram três anos escrevendo uma folha por vez, e a maioria delas eu escrevi errado antes de escrever certo.
Ninguém me deu isso pronto. E eu não fui esperto. Eu fui teimoso.


Três negócios, rodando com uma empresa 95% de agentes de IA como colaboradores.
Eu confiro. Todo dia. Atendo menos. Trabalho de onde der. Parece liberdade, e é.
Eu não tenho depoimento pra te mostrar. Tenho prova.
Seguidor e depoimento dizem apenas que tem gente ali, não dizem se funciona. Prova é outra coisa. Prova é a empresa aberta, rodando, com a falha aparecendo na sua frente.
O melhor exemplo é o fato de que todo percurso que você fez até aqui, e outros que você ainda irá percorrer, foram feitos pelos meus agentes de IA trabalhando na minha empresa.
Plataforma do quiz, automações de e-mail, estrutura, design e criação do site, análise de dados, pesquisa de mercado, desenvolvimento de produto e muito mais.
A minha empresa, hoje
Um humano e 16 agentes de IA. Cada um tem nome, cargo, a função escrita numa folha antes de existir, e alguém a quem responder. O humano sou eu, e é o único.
André Luis
CEO
o único humano
Bia Salgado
Chefe de Gabinete
1 · Gabinete
Nilton Aragão
Recrutador-Chefe
2 · Quadro de Agentes
Rafaela Nóbrega
Diretora de Receita
3 e 4 · Marketing e Comercial
Iara Fontenele
Líder 3.1 · Marca, Posicionamento e Design
Caio Linhares
Líder 3.2 · Editorial e Conteúdo Orgânico
Teresa Vilanova
Gestora de Marca e Produção Visual
Elias Tabosa
Produtor de Peça Visual
Nara Bittencourt
Produtora de Retrato e Imagem do Fundador
Otávio Bandeira
Diretor de Operações e Entrega
5, 6 e 7 · Atendimento, Entrega e Suprimentos
Marina Coutinho
Diretora Financeira e de Dados
8 e 9 · Finanças e Dados
Aurélio Mesquita
Analista de Cenário e Patrimônio Investido
Helena Vasques
Diretora de Gente e Governança
10 e 11 · Gente e Compliance · com poder de veto
Túlio Meireles
Diretor de Tecnologia
12 · Tecnologia
Ivo Rangel
Líder 12.1 · Plataformas, Site e Canais Próprios
Vicente Duarte
Diretor de Produto e P&D
13 · Produto e P&D
Zeca
Sentinela · fora da grade. Passa pelas 13 áreas duas vezes por hora e escreve o que achou, inclusive contra mim.
O que cada uma dessas cadeiras carrega
Uma ficha escrita antes de existir
nome, cargo, o que entrega, quando vale a pena chamar, e o que ela recusa por não ser da área dela
Um chefe, e uma linha até mim
ninguém responde a ninguém por acaso, e a linha inteira cabe numa frase
Ferramenta nomeada, conferida no disco
cada cadeira declara o que pode abrir, e a lista é checada contra o que existe de verdade
Um número que ela precisa mover
com a fonte e a frequência ao lado, para a conversa da semana não virar opinião
O desenho tem cadeira nas 13 áreas de uma empresa, e a maioria continua vazia. Vazia no papel e vazia aqui: eu não desenho cadeira cheia para a foto ficar melhor. Você está vendo o tamanho real da coisa, com os buracos dentro.
Nunca vendi isso pra ninguém. O que eu tenho é a minha empresa aberta na tela.
Isso prova o método em uma empresa só: a minha.
E eu sei o que você está pensando agora, porque eu pensaria a mesma coisa.
Pode perguntar. Eu perguntaria.
Nenhuma dessas perguntas eu inventei. Dono de negócio falou assim, em fórum, e eu respondi uma por uma.
“De graça mesmo? Qual é a pegadinha?”
Nenhuma, e eu entendo a pergunta. Eu também desconfio.
O dia é de graça e o que você escrever nele é seu. Você sai com a primeira ficha na sua letra, e ela funciona na segunda-feira sem depender de mim.
O que eu ganho: você sai sabendo que existe alguém aqui que escreveu antes o que ia acontecer, e cumpriu. É o único ativo que eu tenho pra construir, porque aluno formado eu ainda não tenho.
“Seis horas de sábado é muita coisa. E se eu não puder no dia?”
É o dia inteiro, e eu não vou fingir que é rapidinho.
Não tem replay, e isso não é estratégia de escassez: é que você não vai assistir, você vai escrever. Gravação de gente escrevendo não serve pra nada, e quem assiste depois fecha o vídeo com a sensação de ter aprendido e a mão vazia na segunda.
Se o dia 26 não dá pra você, a coisa honesta é não guardar vaga. A lista continua sua, os artigos continuam abertos, e quando tiver outro sábado eu aviso.
“Você não tem aluno nenhum. Eu seria cobaia.”
É. Você seria do primeiro sábado, e eu não vou dourar isso.
Depoimento de aluno eu não tenho pra te mostrar, porque aluno formado ainda não existe. O que existe é uma primeira turma, e primeira turma só acontece uma vez.
Agora, prova você tem. Só não é a que você foi procurar. Prova social é seguidor e depoimento. Prova é a minha empresa aberta ali em cima, com o vigia acusando a própria falha na sua frente.
“Não sei mexer com tecnologia. Vou travar.”
Eu travei. Três meses.
A ficha cabe numa página. Quatro campos. O que essa cadeira faz, o que decide, o que não decide, o que nunca faz. Você já responde isso de boca, todo dia.
No sábado você vai precisar de um computador e de saber abrir um arquivo de texto. Só isso, e eu vou junto na tela.
“Empresa funcionar sem o dono é conversa fiada.”
Tem razão, e olha que o mercado inteiro promete o contrário disso.
Eu não vou te prometer isso porque não é o que acontece. Agente bem feito não te devolve folga: te devolve uma coisa a menos pra fazer e uma a mais pra conferir.
O que a gente persegue é menor e mais difícil de conseguir: que você pare de ser o único que sabe.
“Isso é só um monte de papel.”
É papel? É. Papel atende cliente? Não. Papel cobra? Não.
O papel vira ficha. A ficha vira um agente que roda. E o vigia lá em cima acusa quando ele para.
“Você é psicólogo, né? O que você entende de negócio?”
Justo. Eu não sou consultor de gestão.
Eu toquei o meu. Ainda toco. O rastro tem data e está na tela ali em cima.
“Meu negócio é de balcão. Isso é pra quem vende pela internet.”
“As pessoas no geral possuem um mal hábito de não lerem... e sempre chegam pessoas perguntando se está disponível ou qual o valor, o que toma muito tempo.” Quem escreveu isso tem loja de enxoval. Balcão é onde a pergunta repetida mora.
Ninguém está te escondendo nada. Quem constrói pra duzentas pessoas nunca olhou pro seu tamanho.
E estas quatro têm artigo inteiro
- “O problema é a mão de obra, não eu.”Ele pagava uma vez e meia o mercado. E perdeu a fé.
- “Já tentei ChatGPT e não deu em nada.”Você explicou seu negócio pra máquina ontem. Onde foi parar?
- “Meu negócio é muito pequeno pra isso.”Somos eu, minha mulher e um menino no balcão. Quantas cadeiras é isso?
- “E se a IA mandar besteira pro meu cliente e eu não perceber?”O campo da ficha que quase ninguém escreve
Sábado, 26 de setembro, das 9h às 15h. De graça, e o que você escrever no dia é seu.
Quero minha vaga no sábado 26Duas linhas: primeiro nome e e-mail. O link da sala chega no dia 25, na véspera.




